Gravidez tardia
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Sim, maternidade depois dos 35!!

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As brasileiras têm optado por ter a primeira gestação cada vez mais tarde. Estudo do Hospital das Clínicas de São Paulo mostrou que na década de 70 apenas uma em cada 20 grávidas que dava entrada no HC tinha mais de 35 anos de idade. Atualmente, de cada seis gestantes atendidas neste hospital uma tem 35 anos ou mais.

Gravidez tardia

Foto: www.themotherbabycenter.org

A gravidez tardia não é um problema grave se a gestante tem bom estado de saúde. A questão é que na prática dos consultórios obstétricos a realidade nem sempre é essa. Os médicos obstetras tradicionalmente consideram de risco toda gestação a partir de 35 anos, especialmente se for a primeira. A principal razão é a maior incidência, nessa faixa etária, de doenças crônicas maternas (como a hipertensão arterial e o diabetes) e do maior risco de abortos e malformações fetais.

Para se ter uma ideia, quando a gestante tem 20 anos, nasce um bebê com síndrome de Down em 1.734 gestações. Aos 25 anos, é um bebê para 1.250 gestações. Aos 35 anos, nasce uma criança com Down em 386 partos. A partir dos 40, a taxa é de um bebê com essa síndrome em 100 nascimentos. O envelhecimento dos óvulos, ocasionado pelo avanço da idade materna, aumenta as chances de uma divisão celular errada. A boa notícia é que, se os cromossomos do bebê estiverem normais, o bebê será tão sadio quanto o de uma mãe com 20 anos.

Por essas razões, é importante que as mulheres que planejam gestações a partir de 35 anos realizem uma avaliação médica minuciosa, o que inclui exames das mamas e os preventivos para detecção de diabetes, doença cardiovascular e hipertensão arterial.

Um problema leva a outro

Se os riscos de alterações genéticas e problemas de doenças crônicas aumentam por conta da idade materna avançada, outras complicações da gravidez surgem. As mais comuns são sangramento vaginal (geralmente relacionado a problemas com a placenta), dificuldades com o parto, necessidade de um parto cirúrgico (cesariana) e bebê prematuro (com a necessidade de internação na UTI). A tecnologia a favor das mães e bebês.

Leia mais:  Quais os maiores medos de uma mãe e de um pai?

A Medicina Perinatal e os recursos médicos tecnológicos tiveram um avanço significativo nas últimas décadas, aumentando muito as chances de sucesso das gestações em mulheres com mais de 35 anos, complementando a assistência clínica pré-natal. Há um novo conceito de rastreamento de Síndrome de Down, sendo o Einstein o pioneiro no Brasil. É o exame O.S.C.A.R., tecnologia baseada no conceito desenvolvido pelo Prof. Kypros Nicolaides, coordenador da Fetal Medicine Foundation, de Londres, no início desta década, no qual todos os exames necessários para rastreamentos de anomalias fetais são realizados em uma única visita.

O desenvolvimento da ultrassonografia morfológica realizada por especialistas em Medicina Fetal tornou possível o estudo da anatomia do feto, além de permitir o rastreamento de malformações e doenças genéticas do bebê. O ultrassom morfológico fetal, realizado entre 20 e 24 semanas, é capaz de identificar todas as estruturas e órgãos fetais com grande precisão, além de possibilitar uma fotografia da face do bebê, com o emprego da tecnologia de ultrassom tridimensional.

Assim, nunca houve tanta segurança para se ter filhos com 35 anos ou mais, e a maioria dos médicos admite que mulheres gozando de boa saúde antes da gravidez e recebendo cuidados pré-natais adequados têm perspectiva de uma gestação similar à de uma mulher entre 20 e 35 anos, com excelentes resultados para a mamãe e para o bebê.

O Einstein oferece todo o suporte para gestações de alto risco, não apenas para a mãe, disponibilizando banco de sangue dentro do hospital 24 horas por dia, além de UTI adulto de excelência e berçário especializado em prematuros e equipe treinada para receber bebês com doenças congênitas.

E separei também essa dica de livro para quem quer saber mais sobre o assunto!!! Espero que gostem. : )

Livro sobre gravidez

 

FONTE: http://www.einstein.br HOSPITAL E MATERNIDADE


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Estilista, empreendedora e mãe de 2 crianças lindas, idealizei o blog em 2013 quando senti dificuldades de informações e temas variados em um único site. Hoje o blog virou revista, interagindo com a movimentação de informações e dicas pesquisadas com carinho para passar para minhas seguidoras.

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