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MÃE E MULHER

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foto de familias

Foto: www.detinjarije.com

Não sei se é pertinente falar disso por ocasião do dia das mães, onde a sacralidade desse papel é cantada em verso e prosa, mas torna-se urgente falar de algo com que me deparo sempre na clínica de sexualidade feminina.

A dicotomia mãe/mulher que atinge também as mãezinhas nascidas e criadas em plena revolução sexual.

Sem falar nos desencontros entre homens e mulheres que vemos, numa idade em que a plenitude hormonal, de vitalidade e maturidade teria como consequência natural, zerado os conflitos na área sexual.

Esse talvez seja o maior desafio da mulher, não misturar ou melhor, saber separar os vários papéis que sagradamente lhes foram ofertados junto com a maravilha de ser mulher e mãe.

Incluindo aí, seu papel secreto, individual que nunca deve ser decifrado, mantendo uma de suas portas fechadas para não expor a alma de uma maneira desvalorizada e vulgarizada, às vezes por ela mesma quando chama suas potencialidades de sobrecarga de papéis.

Realmente a maternidade é uma das experiências mais emocionante e completa para a mulher, assim como a paternidade deveria ser para o pai.

Hoje ao contrário de outros tempos o conceito de mãe e filho não é estranho a sociedade, mas revela um lado cruel que exige da mulher dedicação total e abnegada.

Os homens devem e querem assumir a sua parte na história da educação dos filhos, comportamento que vem trazendo benefícios inegáveis na família moderna.

Essa cumplicidade é vital nas relações da família e na vida do casal, mas apesar disso urge que homens e mulheres reservem um espaço nessa relação para cultivar os seres sexuais que são, mantendo além do vínculo familiar, importantíssimo diga-se, mas cuidar do vínculo homem e mulher na sua individualidade, perpetuando a erotização do na maturidade sexual do corpo da mulher mãe.

Leia mais:  Luto Perinatal e quando a morte visita a Maternidade

Ao falar de sexualidade é importante falar de intimidades que aproximam e que são necessárias nessa vida de casal, intimidade, espiritual, intelectual, afetiva, mas tem alguns aspectos que devem ser preservados para estimular o desejo, pois a convivência íntima de um casal é influenciada pela sintonia do desejo.

Em qualquer circunstância, esteja o casal envolvido amorosamente na família fundada por eles, desgastada pelo tédio, pelas obrigações rotina ou doença, a esperança é o resgate do namoro.

Qual casal hoje se permite dançar descalço no tapete da sala? São poucas as mulheres que após a maternidade encare o sexo como uma gostosa brincadeira.

Basta que para isso não se esqueça do que ainda se é, mulher que tem nome próprio e não é apenas mãe, que chame seu homem pelo nome e não de pai.

A falta de calor e sensualidade, após a maternidade, via de regra o casamento pode ser o lugar onde menos se faz sexo e quando se faz não é o mesmo em qualidade como antes, mas a retomada é possível, basta que se mantenha acesa a chama da mulher que se quer e sonha ser, e dessa forma tornar-se a melhor mãe do mundo.

Texto: Márcia Atik

Contato da Márcia – marciaatik@terra.com.br

Foto: http://www.detinjarije.com

Cuidados com bebê recém-nascido


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Estilista, empreendedora e mãe de 2 crianças lindas, idealizei o blog em 2013 quando senti dificuldades de informações e temas variados em um único site. Hoje o blog virou revista, interagindo com a movimentação de informações e dicas pesquisadas com carinho para passar para minhas seguidoras.

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