Fotografia de bebe
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REDUZINDO CÓLICAS DO BEBÊ AINDA NA GESTAÇÃO

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Fotografia de grávida

Foto: Nadalin Fotografia

Como falamos no post anterior, tudo que comemos durante a gestação irá influenciar positivamente ou não a vida do nosso bebê.  E isso inclui, cólicas, alergias, refluxo e boa aceitação alimentar na hora de introduzir o papá pra eles. 

Mas como assim?

Sempre que nos contaminamos com partículas que não tem função fisiológica, seja por alimentação, produtos de limpeza, ar poluído, agrotóxicos, antibióticos, metais pesados, essas substâncias que damos o nome de xenobióticos se acumulam em nosso corpitcho, especificamente no tecido gorduroso (nas nossas bainhas mesmo), e adivinhem com que a barreira placentária tem maior afinidade?

Justamente as partículas mais gordurosas, ou seja, tudo que estiver nas nossas gordurinhas nos intoxicando também passam pro bebê.  E a prova disso saiu em um estudo cientifico mostrando que no mecônio e cordão umbilical foram encontrados vestígios de bisfenol (aquela famosa substancia dos plásticos que é péssima pra saúde – vou fazer um post só sobre ele), pesticinadas usados na agricultura (como um bebê ainda no ventre consegue metabolizar agrotóxico gente? Morro de dó!) e pasmem, até resíduos de cigarro (hidrocarbonetos). Agora vamos combinar, se nós temos dificuldade de metabolizar isso, imaginem nossos babies lindinhos e tão pequeninos!

E não para por ai, quando eles nascem, a mulherada quer cortar tudo da alimentação. Mas o fato é: se o bebe tiver cólica, ele vai reagir até alface, pq a cólica não é SÓ com aquilo que você está comendo NAQUELE momento, mas sim o que você fez a gestação toda. Gases não, eles sim variam conforme nossa alimentação. E também não aconselho cortar tudo pra evitar de cara. Vá consumindo e se o bebê realmente tiver gases, iniciamos os cortes alimentares por produtos a base de leite, trigo, oleaginosas, brócolis, couve flor, repolho, couve e frutas cítricas. Normalmente cólicas e gases se curam do 3o ao 40 mês com a maturação do sistema gástrico do bebê.

Leia mais:  A importância do parceiro na gestação e no pós parto

Fique alerta: se o bebê chora demais, fica constantemente com barriguinha inchada, fezes explosivas e com muco, irritação no peito e dermatites, precisamos desconfiar de alergia alimentar. E ai você irá precisar de um olhar de um gastropediatra e do seu nutri infantil para para ajudarem a você, pois é uma longa jornada até a confirmação e a cura da alergia que pode ser apenas com 5 aninhos de idade.  Para tentarmos prevenir,  devemos manter ao longo da gestação uma alimentação comendo mais alimentos orgânicos, menos corantes e conservantes, menos produtos cheios de antibióticos (como leite, frango e ovos) e alimentação mais natural possível, com máximo de coisas vindo da feira e o mínimo de supermercado.

COM O MINIMO POSSÍVEL DE CÓDIGO DE BARRAS! Ajeite sua suplementação nutricional, mantenha seu sistema imunológico funcionando muito bem, tome probióticos e não deixe de fazer exercícios se você não tiver contra indicação. Comece praticar cozinha terapia, leve seus lanches, cozinhem em casa, organizem suas compras. Afinal, já já o bebe estará ai e você precisará cozinhar pra ele! Inicie agora, ele já se alimenta do que você se alimenta.

Beijos nutritivos da nutri #)

Colunista : Fabiana Furlani – Nutricionista clínica funcional com ênfase em atendimento materno infantil.

Site: www.lanutri.com.br

Facebook: www.facebook.com/Lanutri/

Cuidados com bebê recém-nascido


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Oie, eu sou a Fabi, mãe do Cauã e nutricionista clinica funcional com ênfase em atendimento materno infantil. Me formei em nutrição pela Universidade Federal do Espirito Santo (UFES) em 2012, fui direto pro atendimento clinico no meu consultório (La Nutri, localizado em Vitória/ES), onde 4 anos depois ainda estou, realizei minha pós graduação em Nutrição Funcional (VP/UNICSUL) e atualmente estou cursando uma extensão em prática em Materno Infantil em SP pelo grupo Gerar. Quando engravidei do Cauã nunca passava na minha cabeça trocar uma área que eu estava me solidificando (atuava com esporte) para trabalhar com crazy mommys e bebês deliciosos, até eu querer ser atendida por um nutri infantil e não conseguir. Hoje, fico grata as 2 respostas negativas (ou vácuos) que levei, pq sem elas talvez eu não teria me debulhado nesse universo delicioso que é a maternidade e seus infinitos artigos científicos relacionando a alimentação materna com o futuro do meu baby. Sem perceber, minha agenda passou a ser de grávidas, mães, bebês e até tentantes que querem começar com pé direito nessa jornada intensa. Tudo foi natural e confesso ter um bebê de 1 ano e 2 meses em casa me faz todos os dias colocar a teoria na prática, então minhas condutas não são baseadas apenas no que a literatura diz, mas no que eu prático e no que eu acredito dar certo no mundo real. Ser mãe é instintivo, ser nutricionista infantil também e torço pra dividir com vocês tudo isso da maneira mais pé no chão e real que conseguir. Boa caminhada pra todos nós juntinhos! :D

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