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MINHA ALIMENTAÇÃO INFLUÊNCIA A ESCOLHA ALIMENTAR DO MEU FILHO?

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Quando estamos grávidas/no pós parto ou com bebê no colo, parece que estamos com uma plaquinha assim: OPINE EM MINHA VIDA! Rs Você não é especial, todas as mães são, porque todas passam por isso! Hehehe..brinco que devemos ter ouvido de cano, entra de um lado e sai do outro.

capanutricao

Foto: dmtmed

Ontem uma paciente me mandou uma mensagem falando que viu num programa de TV que o gosto amargo das folhas escuras (rúcula, espinafre, agrião, couve) passava pelo leite, que deixaria o leite amargo! Ela deu uma surtadinha com isso pensando que deveria evitar as benditas, até escutar minha resposta. Logo de cara respondi: CLARO QUE PASSA, GRAÇAS A DEUS QUE PASSA. Uma das funções da amamentação (e placenta) também é passar sabores pro paladar do bebê.

Um estudo nos EUA analisou exatamente esse efeito. Eles dividiram as gestantes em 3 grupos:

–        Na gestação: 1 grupo ingeriu cereal flavorizado com sabor cenoura e os outros 2 grupos cereal sem sabor;

–        Na lactação: Apenas 1 dos grupos também ingeriu cereal flavorizado com cenoura e o restante dos grupos cereal sem sabor;

Resultado: Os 2 grupos que ingeriram cereal sabor cenoura durante a gestação e na amamentação (lactação) tiveram bebes que tiveram melhor aceitação na hora que receberam esse cereal. Mostrando que sim, o que a come na gestação e lactação influencia diretamente as escolhas do bebê na hora da introdução alimentar.

Imagine que se a mãe que come de tudo passa um dobrado até a introdução alimentar engrenar, a mãe que é seletiva nas frutas/verduras e legumes está mil vezes mais propensa a ter problemas. Por que?

Porque além do bebê ter que acostumar com a textura, cores, ansiedade materna (sim, ficamos loucas pra os verem detonar um pratão e isso é péssimo), ainda precisam conhecer os sabores. Se eles já estiverem familiarizados com os sabores vai ser beeeem mais tranquilo a aceitação. Isso é garantido? 100% quando se fala de bebês nunca é, porque cada bebê é único, mas o fato é que é menos um fator pra ele negar J E falando de pequenos seres de 6 meses, já é suficiente! Pesquisas apontam que 51% das crianças passam pela fase de seletividade alimentar entre o período de 2 aos 5 aninhos de idade, nesse período eles se acham mais autônomos e ficam com mais medo de coisas novas, se não conhecem não comem. E não se esqueça que seu filhote, é seu espelho, ele vai querer o que tem no seu prato. Não adianta fazer um prato de abobrinha pra ele e pra você um prato de lasanha ao lado dele, vai chegar um momento que ele vai recusar o pratinho lindo e querer do seu mesmo. Cansei de dar almoço pro Cauã (my baby) do meu prato, porque ele recusava o dele e queria o meu, mesmo sendo a mesma comida (lá em casa retirei o sal da casa toda, pra mesmo com 7 meses, ele comer a mesma comida que nós).

Leia mais:  COMO ENSINAR AOS FILHOS O QUE É CERTO?

Então caprichem nos lanchinhos e principalmente almoço e jantar, montem um prato bonito, temperem com ervas naturais, comam o máximo de cores que conseguirem e o mínimo de açúcar que puderem. Modele o paladar do seu baby desde quando ele está ai guardadinho no lugar mais seguro do mundo!

Veja também dez dicas para seu filho ter uma alimentação saudável.

Beijão da nutri #)

Cuidados com bebê recém-nascido


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Oie, eu sou a Fabi, mãe do Cauã e nutricionista clinica funcional com ênfase em atendimento materno infantil. Me formei em nutrição pela Universidade Federal do Espirito Santo (UFES) em 2012, fui direto pro atendimento clinico no meu consultório (La Nutri, localizado em Vitória/ES), onde 4 anos depois ainda estou, realizei minha pós graduação em Nutrição Funcional (VP/UNICSUL) e atualmente estou cursando uma extensão em prática em Materno Infantil em SP pelo grupo Gerar. Quando engravidei do Cauã nunca passava na minha cabeça trocar uma área que eu estava me solidificando (atuava com esporte) para trabalhar com crazy mommys e bebês deliciosos, até eu querer ser atendida por um nutri infantil e não conseguir. Hoje, fico grata as 2 respostas negativas (ou vácuos) que levei, pq sem elas talvez eu não teria me debulhado nesse universo delicioso que é a maternidade e seus infinitos artigos científicos relacionando a alimentação materna com o futuro do meu baby. Sem perceber, minha agenda passou a ser de grávidas, mães, bebês e até tentantes que querem começar com pé direito nessa jornada intensa. Tudo foi natural e confesso ter um bebê de 1 ano e 2 meses em casa me faz todos os dias colocar a teoria na prática, então minhas condutas não são baseadas apenas no que a literatura diz, mas no que eu prático e no que eu acredito dar certo no mundo real. Ser mãe é instintivo, ser nutricionista infantil também e torço pra dividir com vocês tudo isso da maneira mais pé no chão e real que conseguir. Boa caminhada pra todos nós juntinhos! :D

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